quinta-feira, 4 de março de 2010

Se outros (se) calam, os monárquicos erguem a voz!

1. O PPM exige a demissão imediata do primeiro-ministro. E rejeita veementemente a lógica oportunista que tem caracterizado a ausência de uma posição clara por parte de todos os partidos parlamentares. Por muito menos foi Santana Lopes destituído pelo então Presidente Jorge Sampaio, com o apoio activo do Partido Socialista.

2. Parece hoje evidente que o chefe do Governo da República já não tem condições de credibilidade e de dignidade para se manter no exercício de funções, face à teia de escândalos em que se tem enredado, que dá uma triste imagem do País e das suas instituições democráticas.

3. A promiscuidade entre o poder político e judicial, as cumplicidades entre responsáveis do Estado e sucateiros, a escandaleira manigante entre altos quadros de empresas públicas e governantes, são factores que descredibilizam o chamado «Estado de Direito» e causam alarme público e revolta junto dos cidadãos.

4. São os próprios pilares fundamentais da República que estão em causa, ao constatarmos a absoluta inércia e incapacidade de encontrarem - nomeadamente o próprio Presidente - uma solução credível que nos faça sair do pântano em que se atolou a vida pública. À partida – e numa lógica parlamentar -, essa solução teria de emanar da Assembleia da República, que é para soluções que os deputados foram eleitos.

5. A crise não é circunstancial é, há muito, de valores. Já que os senhores do regime não se entendem, os monárquicos estão disponíveis para ajudar a República, encontrando soluções que, de facto, sirvam a causa pública e o interesse nacional.

6. No ano em que comemora o seu centenário, a República dá de si própria a triste imagem: vai nua!

sábado, 20 de fevereiro de 2010

PPM pede empenho de Governo Central na ajuda à Madeira

Lisboa, 20 de Fevereiro de 2010


Face à tempestade de anormal intensidade que se abateu hoje na Ilha da Madeira e provocou a morte de várias pessoas e avultados prejuízos materiais, vem O PPM manifestar a sua solidariedade para com as famílias das vítimas e todos os madeirenses afectados por esta tragédia natural.

O PPM pede ainda que o Governo Central da República se empenhe em facultar e agilizar todos os meios necessários na ajuda à Madeira.


A Comissão Política Nacional do PPM

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Petição Publica

http://www.peticaopublica.com/?pi=PPM

Exposição de motivos

A actual redacção do artigo 288.º, alínea b), da Constituição da República Portuguesa constitui uma diminuição intolerável da democracia ao impor, como única forma de governo, o republicanismo.

É que a democracia, enquanto componente fundamental e intrínseca de um Estado de direito, não se confina à forma republicana de governo.
Com efeito, o republicanismo não é a única forma de democracia. A democracia admite outras formas de governo, como seja a monarquia. Tanto assim é que há, até no contexto europeu onde Portugal se insere, estados de direito democráticos onde vigora a monarquia.
Nesta senda, restringir a forma de governo ao governo republicano é diminuir a qualidade da democracia e é condicionar a liberdade de escolha dos cidadãos.
Para obstar a esta situação e com vista ao reforço da democracia, propõe-se com a presente iniciativa que "a forma republicana de governo", consagrada na alínea b) do artigo 288.º da Lei Fundamental, seja substituída pela expressão "a forma democrática de governo".

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Comemorações da República



«Podemos, e estou de acordo, prestar uma homenagem ao idealismo dos homens que fizeram a Revolução de 5 de Outubro, nomeadamente a Carbonária, que era um movimento terrorista da época, mas eram idealistas dispostos a dar a vida pelas suas causas. Os líderes republicanos que tinham um ideal merecem uma homenagem, mas 10 milhões de euros acho um pouco demais»


Duarte Pio de Bragança




O Dislate

Concerteza, não tenham qualquer dúvida, foi mesmo o chamado «pretendente ao trono» que proferiu estas declarações. E que, desde logo, revelam uma «moral da história»: quando o oportunismo entra pela porta adentro, os princípios saem pela janela!

Exaltar os ideais dos carbonários é o mesmo que aprovar as suas ideias e atitudes, sejam elas em nome de quem for. O mesmo será dizer que os ideais de Bin Laden podem ser exaltados, ainda que preversa a forma de os defender.

De facto, entendemos execrável a forma despudorada com que este senhor, a todo o transe, firma-se debaixo da continuada protecção da República, defende a família que o recebe e protege, pretendendo um direito histórico inconciliável com um passado tenebroso.

Afirmar-se descendente da tradição dos Reis de Portugal é contrário à perversa descendência da tradição dos carbonários. Geneticamente é-se descendente do bem e do mal, mas ambos coabitando tornam imprópria qualquer continuidade histórica.

Exaltar D. Carlos e o Príncipe Real é renunciar aos ideais dos seus algozes, entre os quais, Buíça e Ribeira Brava-Herédia!